27 de set de 2012

Buraco das Araras 23-09-2012

Amig@s,

No domingo 23/09 cinco colegas do Grupo estiveram em mais uma visita nossa ao Buraco das Araras. Alda e Claudia, sem combinação anterior, resolveram cada uma elaborar seus relatos para postar no Blog. Como produziram dois textos bastante interessantes, duas visões e percepções diferentes, mas ilustrativos do quanto vale à pena essa entrada na terra. Resolvemos publicar os dois.

As fotos: Galeria no Dropbox

Abraços
--------------------------------------------------------------------
O Buraco das Araras 
por Alda Lúcia

Inicialmente a programação estava agendada assim:  encontro no Flamingo às 8hr, café da manhã até 8h:30, saindo para a trilha às 9hs.

Éramos 5: Eu (Alda), Bernhar, Marlon, Claudia e Daniel.

Houve um pequeno atraso, mas nada alarmante. Chegamos ao Buraco das Araras por volta das 10hr. Inicialmente percorremos toda a extensão do Buraco no intuito de fazer um reconhecimento do lugar, e no meu caso para criar mais coragem para a descida, que era feroz mas super convidativa. 

Iniciamos a descida. Com as cordas do Bernhar conseguimos descer sem grandes problemas. 

A paisagem é encantadora! O canto dos pássaros, o microclima que se estabelece no Buraco, as pedras, vegetação, tudo é digno de contemplação. Por horas fizemos isso! Em vários pontos diferentes.

Ao nos aproximarmos da entrada da caverna que nos levaria ao lago descobri que não havia levado lanterna. Daniel também estava sem lanterna. Para nossa sorte nossos companheiros de caminhada estavam super munidos de equipamentos e aparelhagens para desbravar qualquer buraco subterrâneo. Ufa!

Consegui iluminação com uma lanterna que o Bernhar usa em sua bike. Foi de grande ajuda, me senti uma árvore de natal com aquela luz vermelha, super divertido!

Uma vez dentro da caverna nos deliciamos com o lugar e com a água. Nos refrescamos por horas numa água indescritível. Havia um pequeno grupo no local mas logo se foram. Ficamos nós 5 nos divertindo: com a escuridão e com o silêncio! Marlon desbravou o local, foi mapeando os buracos da caverna, sua dimensão, a profundidade do lago e outras informações. Bernhar, Claudia e Daniel estavam mais preocupados em se refrescar no lago e eu em buscar algum lugar para deitar. Vencemos em nossos objetivos!

Por volta das 14hr30 saímos da caverna. Paramos por algum tempo em uma pedra para fazermos um lanche e descansarmos um pouco. Ficamos contemplando o Buraco e tentando criar forças para a subida de volta. Observação: nesse intervalo, Daniel levou bastante a sério a palavra "descanso", deitou e roncou por algum tempo! Filmamos isso! Tá registrado! 

Conseguimos subir também com o auxílio das cordas. Creio que vencemos a trilha por volta das 4hrs da tarde.

De lá fomos saborear as deliciosas pamonhas do Bisnau. 

Agradeço ao grupo: Bernhar, Claudia, Daniel e Marlon pela paciência e companherismo que tiveram comigo. Em vários momentos precisei de vocês e pude contar com a total solicitude de todos. 

Um super abraço em todos!

Alda Lúcia


--------------------------------------------------------------------
Buraco das Araras - “Uma viagem prá dentro da terra”
por Cláudia Pereira

As chuvas dos dias anteriores desanimou a maioria, mas restaram alguns corajosos que nada perderam, pelo contrário. O Buraco das Araras é um daqueles lugares que a gente se sente gratificada pela oportunidade de conhecer. A natureza é realmente incrível, até o resultado de seus impactos são lindos. O teto de uma caverna caiu e se criou aquele ambiente único. Uma viagem pra dentro da terra.

Encontro no Flamingo marcado pras 8:30, saímos lá pelas 9 e pouco rumo a Formosa. 100 km à frente, à esquerda seguimos rumo ao Buraco.

Chegando lá primeiro fizemos uma volta de reconhecimento no entorno do Buraco das Araras para termos melhor noção do que nos aguardava: um enorme paredão com 90% de inclinação e lá embaixo muito verde e muita curiosidade. Só descendo pra saber.

Lá fomos nós. Alda vacilou, mas foi. E não se arrependeu. Descida difícil, mas nada que cautela e atenção não facilite. As irregularidades das pedras no paredão favoreceram.

Lá em baixo aquela sensação de grandiosidade do buraco e depois da caverna. E continuamos descendo. Entramos no salão, enorme, alto, viramos formiguinhas no meio daquela bagunça de pedras por todos os cantos e a sensação de que alguma pode cair a qualquer momento. Atenção e canja de galinha nunca é demais, como dizem por aí.

Chegamos ao ponto crítico: o “buraquinho” do Buracão das Araras. Imaginem um enorme poço e no fundo um ralo para esgotamento.  Pois é, foi esse “ralo” que tivemos que nos aventurar pra chegar nas profundezas. O Bernhar fazendo as vezes de guia nos mostrou o caminho nas pedras, literalmente. Conseguimos passar e chegar na caverna com seu lago translúcido. Lindo, lindo.

Um breu total sem as lanternas, mas com elas podíamos ver até o fundo do lago. Breu e silêncio, assim são as cavernas. Em ambiente tão diferente assim, a reação é de se esperar. Matracamos o tempo todo e as luzes não se apagaram. Mas, para não deixarmos de apreciar a sensação, passamos algum (pouco) tempo no ambiente como ele é, escuro e silencioso.

A água do lago é relativamente quente se comparada com as cachoeiras que temos visitado e quem mais se deliciou foi Marlon, que saiu sob protestos.

De volta à luz do dia, sentamos na entrada daquela enorme gruta e por lá ficamos um tempo descansando e brincando com os sons e seus ecos. Muitos sons, pássaros e até mesmo o do ronco de Daniel, que descansava copiosamente na entrada daquele “templo”.

Encerrada o período de contemplação, tava na hora de encarar a volta. Aquele paredão agora era prá subir. Foi difícil, mas um ajuda aqui, outro puxa a corda ali, juntos vencemos os obstáculos e chegamos lá em cima.

Dalí fomos nos reabastecer com umas pamonhas na entrada do Bisnau e nos despedimos no Flamingo. Bons amigos, novos amigos, todos felizes com a caminhada do dia.

Belo domingão!

Autores da aventura: Alda, Bernhar, Claudia, Daniel, Marlon.

Cláudia Pereira


Chapada dos Veadeiros - Macacão e Couros


Alô Caminhantes,

André Martins, um dos decanos do GCB, esteve no último fim de semana (22 e 23/09/2012) perambulando na Chapada dos Veadeiros. Pelas bandas de Alto Paraíso.
Visitou dois conjuntos de cachoeiras que estão entre lugares mais interessantes da Chapada dos Veadeiros.
As Cachoeiras do Macacão e as Cachoeiras do Cânion do Rio dos Couros.
O relato das andanças está no seu Blog e as fotos no Picasa.
Valeu André!!!

Participação no 2o. Curso de Iniciação à Orientação 2012 e 4a. Etapa Sprint – DF, em 23 e 24/09/2012


No sábado, 23/09, houve um curso de iniciação ao "Esporte Orientação", que é como eles gostam que seja chamado este esporte. Foi no Colégio Militar de Brasília, e começou  às 8h15, aproximadamente, com a participação de umas 30-35 pessoas.

Este esporte consiste em fazer um percurso no menor tempo possível. Neste percurso existem pontos de controle ("PC") (máximo de 30) que devem ser atingidos pelos atletas, em ordem. Tradicionalmente, a cada PC o atleta fazia uma perfuração em um cartão usando um marcador lá existente, com um padrão de perfuração único para aquele ponto. Assim, o atleta poderia comprovar sua passagem por cada um deles. Atualmente, o atleta carrega um "chip" que introduz numa maquininha no PC, que registra a sua passagem lá e o momento em que se deu.

O percurso é orientado por um mapa detalhado do terreno, com marcações usando simbologia própria do esporte para identificar os diversos elementos naturais ou artificiais existentes, e por uma bússola. Nenhum outro instrumento é permitido.

Fomos apresentados aos sinais de marcação dos mapas e da carta que resume os PCs a serem atingidos, e também fomos ensinados como bem alinhar o mapa com o norte da bússola, para uma perfeita orientação. Brevemente, foi conceituado o termo “azimute” (“ângulo formado pelo norte magnético, indicado pela agulha imantada da bússola, e uma direção”), fizemos, individualmente,  calibração do número de passos para percorrer 100m, caminhando ou correndo, como técnica para medir o terreno percorrido, discutimos sobre curvas de nível. Foi tudo num nível bem simplificado, sem preocupação de domínio de tudo no momento. Foi também falado sobre a história do esporte, sua origem, e que nos países nórdicos se aprende sobre orientação na escola, desde pequeno.

À tarde, fizemos um percurso de demonstração, marcado no próprio pátio do colégio. O encerramento foi por volta de 15h30. Vale registrar que, antes disso, foi-nos oferecida uma excelente galinhada como almoço.

Um dos instrutores do curso, ao saber que estávamos lá interessados em ver como aproveitar a experiência do esporte para nossas caminhadas, se dispôs a nos acompanhar em alguma trilha para juntos confeccionarmos um mapa usando os recursos do esporte. Acho uma oportunidade interessante e deveríamos nos organizar para fazer isso.

No domingo, 24,  houve a IV Etapa do Circuito Sprint do DF, e nós que fizemos o curso estávamos automaticamente inscritos. "Sprint" é uma das modalidades / categorias da Orientação. É a mais simples e rápida, com os primeiros colocados terminando em 15-20 minutos, para uma extensão de 2-3 km. É urbana ou semi-urbana. As outras modalidades são mais longas, até mais de 20 km, em geral em ambiente rural.

Um ponto alto do esporte é que ele é absolutamente inclusivo, divido em um grande número de categorias formadas por combinação de gênero, de faixa etária (bem subdividida) e  de grau de experiência.   Como exemplo. A categoria H55N é para homem, 55-60 anos, novato.  Apesar de ser competitivo (" fazer o  percurso no menor tempo"), competitividade não é o clima que prevalece.

Participaram: Moacir Pedroso, Teófilo, Roberto Hochino e Fabrício.

Como comentário final, acho que foi muito interessante e penso que voltarei a me aventurar em alguma outra etapa. Possivelmente haverá outro curso de iniciação antes do fim do ano. Encorajo todos os caminhantes a participarem. Verifiquem em http://www.fodf.com.br.

Por Moacir Pedroso

24 de set de 2012

Pico dos Pireneus


Do Hotel fazenda Tabapuã ao Pico dos Pireneus

Inicialmente a programação estava agendada assim: Saída de Brasília às 7h, café da manhã até 8h:30, saindo para a trilhar às 9horas.
O grupo demonstrou sintonia desde a hora de saída, chegamos ao hotel fazenda por volta de 8h:35, deu tempo para o café da manhã e iniciamos a trilha 9h20, não combinamos ponto de encontro, pois cada um tem um ritmo, logo foi programado o horário e assim estavam, parabéns ao grupo.
O Hotel Tabapuã fica em Cocalzinho na parte alta da Serra dos Pirineus.
Houve algumas desistências, faz parte, imprevisto acontecem, sempre haverá próxima.
Fizemos uma breve apresentação dos integrantes devido o horário, a mais nova integrante do grupo com 1 ano e 3 meses (Bia) foi nas costas do pai, era só dá uma paradinha e um chorinho de vamu pai, bora caminhar, era só caminhar, pronto, o sorriso aparecia.



Muitas piadas, brincadeiras ao longo da trilha, não podia ser diferente, chegando ao mirante um momento de contemplação e descanso, o retorno não poderia faltar o banho na cachu, apesar de pouca água, tava uma d e l i c i a, alguns tiveram que criar uma certa coragem, mas entraram, tava fria visse.
Almoço foi fantástico, particularmente eu comi que nem trabalhador braçal, após esta deliciosa refeição alguns foram pra rede, outros pra piscina, mas a maioria tiraram aquele cochilo.
O tempo foi um companheiro, pouco sol, vento e no retorno um pouco de chuva já em Brasília.
A caminhada é bastante fácil, toda ela tem cerca de 8 km com um um desnível de cerca de 300m.
Mas cuidado porque algumas passagens não tem trilha bem definida.
Agradeço ao grupo: Núbia, Rodrigo, Sergio, Regina, Rosangela, Kleber, João Carlos, Fabíola, Webert, Rodrigo Napoles seu filho João Pedro e amiga que não lembro o nome dela, peço perdão, Paula Regina, Flaviane. 
Para os que não puderam ir, não se preocupem sempre tem próxima.

Grande e fraterno abraço.

Albânia

Abaixo link com as fotos do Kleber. Outras fotos virão. Vamos aguardar que os demais caminhantes mostrem seus talentos.

 https://picasaweb.google.com/100028429791339808133/Trilha_GCB

6 de jul de 2012

TRILHA DO MIGUEL



Relato das andanças do Grupo de Caminhadas Brasília-DF pelas bandas de Cristalina- GO



INÍCIO


Como sempre, em nossas caminhadas, formamos um grupo coeso e harmonioso. 

Deu tudo certo, desde as combinações iniciais, inclusive na integração dos novos amigos, especialmente o nosso mascote Miguel, garoto esperto, filhote da Solange, que foi o ponto alto do passeio! Animadíssimo, com um banho em cada poço, sorriso permanente e distribuindo simpatia para todos. 

Nessa atividade o Grupo de Caminhadas se organizou em dois sub-grupos. O primeiro saiu Sábado pela manhã e outro foi para Cristalina no domingo cedo. Na Programação combinamos: 

I – No SÁBADO (30/06): Andanças de Carro para conhecer a Pedra Chapéu do Sol e Cachoeira do Arrojado
II – No DOMINGO (01/07): Trilha pela RPPN Serra Linda dos Topázios, passando pelas inúmeras Cachoeiras do Rio dos Topázios e do Córrego do Areião.  

RELATO


- Sábado Saímos de Brasília por volta das 9h30min. E 130km depois em cerca de 2h estávamos em Cristalina-GO, onde paramos para um almoço rápido.

- Antes das 13h seguimos para a Pedra Chapéu do Sol por uma estrada de terra em bom estado e distante cerca de 9km da BR040, onde ficamos por cerca de meia hora para observação e fotos da interessante formação. Em seguida, para um banho, visitamos a Cachoeira do Arrojado, distante outros 12km da Cidade. 

 Pedra Chapéu do Sol

Cachoeira do Arrojado

- Depois de mais umas compras na mercado local, pouco antes do anoitecer, chegamos à sede da RPPN Serra Linda dos Topázios. À Noite, com muita colaboração na cozinha, fizemos um jantar variado e terminamos jogando conversa fora ao lado da Fogueira (P.S. em local preparado e autorizado pelo responsável local). 

Jantar

 Fogueira

- No Domingo, após a chega do outro grupo, saímos para a trilha pela Reserva. 
- Nos deparamos com formações espetaculares que reafirmam os encantos do Cerrado. Paredões, árvores de todos os portes, veredas, várias cachoeiras com poços para banho, jardins de chuveirinhos por todos os lados e o mais curioso: o Rio Topázio, num bom trecho, corre numa fenda pelo paredão de rocha. Prova de que o Cerrado é bonito o ano todo, em especial agora no início da seca, quando encontramos temperaturas mais amenas, a vegetação fortalecida após as chuvas e muitas flores.

Detalhe da Trilha

Chuveirinho

 Céu no dia da Trilha

Rio Topázio

 Rio Topázio

Rio Topázio

- Chegamos até a Garganta do Rio Topázio de onde a passagem á mais complicada e a idéia de seguir adiante ficou para outra investida. No percurso de volta, paramos no Poço da Diretoria no Riacho Areão com água “Cristalina” e bela paisagem ao redor, para o último banho. 

 Garganta do Rio Topázio

 Poço da Diretoria

Vereda do Córrego Areião

O Cerrado

- Na boca da noite, terminamos o fim de semana com um almoço tardio com as reservas que ficaram da noite de sábado e regado a muitas brincadeiras e promessas de outras trilhas. 

QUEM FOI?

Helenize Fernandes, Humberto Coelho, Fabíola Lima, Margareth Sanches, João Carlos, Mara Coelho, Vanessa Amorim, Thawber Henrique, Solange Miguel, Miguel, Flaviane, Paula Regina, Carlos, Rafaela Rocha, Flávio Biriba. 




DETALHES da CAMINHADA

- Formato: Circuito
- Início: 9h 
- Distância aproximada: 8 km; 
- Tempo de Caminhada com todas as paradas: 6h 
- Subidas: 340m, Descidas: 340m

AVALIAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO CONFORME SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DO GCB:

a. Severidade do Meio – Moderadamente severo com clima seco e forte incidência solar em todo o trajeto.
b. Orientação – Não há sinalização, alguns trechos não tem trilha definida, cumprir co segurança todo o percurso, depende de tracklog, mapa detalhado ou ou acompanhamento de Guia.
c. Grau Técnico – Piso regular com variações que apresentam pedras soltas, algumas elevações em degraus e trepa-pedras e passagens que podem estar encharcadas nos meses de chuva.
d. Esforço Físico – Moderado.

INFORMAÇÕES
- A RPPN conta com a estrutura de alguns quartos para alojamento, banheiros coletivos e bom estado e cozinha bem equipada. 

- Contatos dos responsáveis pela RPPN para outras investidas: 
- Jaime (proprietário): 61-99180983 
- Adenilton (Caseiro): 61-91567237 
- Tracklog da Caminhada e Mapa da Viagem disponíveis no portal www.wikiloc.com, no perfil do Grupo: GCaminhadasbsb 

CUSTOS

- Alojamento: R$ 30,00; Camping: R$ 15,00; Ingresso; R$ 10,00; Cozinha: R$ 50,00 (custo coletivo para todos); e Guia: R$ 50,00 (para todos). 

FOTOS

Nessa aventura formamos um time quase profissional de fotógrafos. Quem quiser se deliciar com os encantos de Cristalina e viajar na bela experiência que foi esse fim de semana, sugiro abrir os álbuns abaixo da Helenize, da Fabíola e do Thawber e do João Carlos. A Rafaela compartilhou suas fotos no Facebook. 


TRILHA DO MIGUEL

Houve um tempo que costumávamos apelidar nossas trilhas, associando algum fato pitoresco ou alegre da caminhada. Essa, pela alegria do rapaz e especialmente pela felicidade da super-mãe, propomos que a gente dê o nome de "Trilha do Miguel". 

 Abraços a todos

30 de mai de 2012




VOCÊ É APAIXONADO POR AVENTURAS?

Então, mostre qual foi a viagem mais inesquecível pra você.


Para comemoração ao Dia dos Namorados o Grupo de Caminhadas Brasília, em parceria com o Parkshopping, está realizando entre seus integrantes o concurso fotográfico “Você é apaixonado por aventura?”.

PARTICIPE

Até as 18h do próximo dia 13/06/2012, mande para o e-mail caminhardf@gmail.com até duas fotos de aventuras inesquecíveis que realizou com o Grupo de Caminhadas Brasília. A mensagem deve conter a seguintes informações:
-  Foto em máxima resolução;
-  Nome do participante, telefone de contato, cidade e estado
-  Descrição/dica do lugar escolhido em no máximo 08 (oito) linhas.
-  Mensagem de autorização: “Declaro possuir os direitos autorais da foto. Autorizo a utilização da mesma e do meu nome e sua descrição/dica, por parte do Grupo de Caminhadas Brasília e do ParkShopping, a título de divulgação do próprio concurso ou de seu resultado nos veículos de comunicação escolhidos por estes. Declarar que, na hipótese desta foto sagrar-se vencedora do concurso, o Prêmio será compartilhado em compras coletivas de interesse do Grupo”;
-  E na hipótese de outras pessoas aparecerem na imagem é imprescindível acrescentar a seguinte informação: “Declaro possuir autorização de __________________ para a utilização de sua imagem na respectiva foto”. Envie o e-mail com cópia para essa outra pessoa.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

As fotos serão avaliadas pelos participantes do Grupo de Caminhadas Brasília no Blog (www.caminhadadf.blogspot.com.br) e no Facebook (www.facebook.com/caminhadadf), conforme a adequação ao tema ‘Apaixonados por Aventura’, considerando a criatividade quanto aos seguintes critérios:
- Lugar escolhido, associado a alguma caminhada em ambiente natural realizada com o Grupo de Caminhadas Brasília;
- Descrição/dica da aventura – com a apresentação dos dados, fatos e fatores de relevância que motivem as pessoas a descobrir e buscar aventuras em lugares alternativos e inusitados em ambientes naturais como estes; e
- Qualidade da foto pelo “olhar” do participante na composição luz, enquadramento, composição.

REGRAS

- Cada pessoa pode participar com até 2 (duas) fotos de lugares/viagens diferentes;
- As fotos devem obrigatoriamente registrar lugares visitados pelo participante em atividade/caminhada realizada pelo Grupo de Caminhadas Brasília;
-  A dica de aventura deve ser de autoria do próprio participante;
- O participante pode ou não estar na foto, mas deve possuir os direitos autorais. Se outras pessoas aparecem na imagem é imprescindível tenha autorização do uso de imagem destas pessoas;
- A foto vencedora será premiada com um vale compras de R$ 500,00 a ser utilizado  em lojas de vestuário e acessórios do ParkShopping Brasília;
- Não estão previstas trocas dos produtos comprados;
- O Participante deve autorizar a utilização do seu nome, foto e dica por parte do Grupo de Caminhadas e do ParkShopping, a título de divulgação do próprio concurso ou de seu resultado nos veículos de comunicação escolhidos por estes;
- Considerando o espírito de coletivização das ações do Grupo, o Participante deve declarar que, na hipótese de sagrar-se vencedor do concurso, o Prêmio será compartilhado em compras coletivas de interesse do Grupo;
- A mesma promoção acontece no Blog Amigos da Mochila (www.amigosdemochila.com). O participante não pode ser eleito vencedor nos dois blogs. Assim, sugerimos que escolham apenas um dos blogs para participar;
- Posteriormente o ParkShopping Brasília informará todas as condições e formas de utilização do vale-compras, que deverá ser utilizado num prazo máximo de 30 dias após a divulgação do resultado. Caso contrário, os ganhadores perderão o direito aos prêmios.

DO RESULTADO DO CONCURSO

- No dia 14 de Junho de 2012, às 15h, o vencedor será anunciado pelo Grupo em nosso Blog, na Lista e na Facebook.
- Após o resultado do concurso, o participante ganhador será contactado pelo ParkShopping para receber as instruções sobre a utilização do vale-compras;
-  O resultado do concurso (nomes dos ganhadores, fotos e dicas) será publicado no Blog do Grupo e na fanpage do ParkShopping Brasília, bem como mencionado no Twitter.

5 de mar de 2012

Trekking nos Kalungas

No último carnaval, o  Rochael e o Ivam, participantes do grupo de caminhada, realizaram um trekking de mais de 90km na região dos Kalungas, a norte da cidade de Cavalcante-GO.

 Vejam o relato no site do Rochael clicando aqui:

1 de mar de 2012

Trekking ao Pico do Itambé - Topo do Sertão Mineiro

Trekking de travessia entre a Vila Capivari e Santo Antônio do Itambé.

Participaram: Aldem, Andrea, Danielle, Fabio, João, Marcondes, Renato, Teófilo, Ticiana

Com 2044 metros de altitude, O Pico do Itambé, também conhecido como "Teto do Sertão Mineiro",  é o ponto culminante da Serra do Espinhaço e está protegido por um Parque Estadual de Minas Gerais. Este Parque foi o destino de uma visita do Grupo de Caminhadas de Brasilia no Carnaval  de 2012 (19 a 21 de fevereiro).

   Foto 1: Vista do Pico do Itambé
O grupo saiu de Brasilia em três levas diferentes: um carro na sexta de manhã, um carro e uma moto na sexta à tarde e uma moto mais à noitinha. O ponto de encontro foi o pequeno e pitoresco povoado de Capivari, que fica no sopé do Pico. 

Atendendo ao costume local, nos distribuímos para dormir nas casas dos moradores, que buscam na hospedagem de turistas uma complementação de renda. Fomos muito bem recebidos no autentico estilo da hospitalidade mineira, com direito a muitas horas de boa prosa. Ficamos muito felizes de reencotrar o Salvador, que haviamos conhecido (Fabio e Andrea) em nossa primeira visita ao Itambé, 10 anos atrás.

   Foto 2:  Receptivo familar da Neném - ótima comida!


Na manhã do dia seguinte, iniciamos a caminhada. O objetivo do "trekking" foi  subir o Pico do Itambé pela trilha de Capivari, dormir em seu topo e continuar pela trilha que desce para Santo Antônio do Itambé, retornando para Capivari pela trilha dos tropeiros, que passa ao sul da montanha. A caminhada iniciou-se de forma bem tranquila, por estradinhas de terra seguindo em direção à serra. Logo estávamos na trilha, subindo os vários platôs para vencer os quase 900 metros de desnível entre a base e o topo do Itambé.  A vista começava a se ampliar, permitindo contemplar as outras serras ao redor.


    Foto 3: Paisagem vista da subida ao Pico do Itambé

O trecho final até o cume foi árduo, com vários trechos de escalaminhada, exigindo bastante atenção e disposição de todos.

   Foto 4:  Trechos finais da subida.
Ao chegar ao topo, o grupo foi  "presenteado" com  um manto de névoa que obstruiu qualquer possibilidade de vista, seja do céu, seja das paisagens abaixo. Mas isso não tirou a animação de ninguém, principalmente de uma valente roda de prosa que esticou o papo até bem tarde, apesar do vento, da neblina e do friozinho de 15 graus celsius.

O outro dia ainda amanheceu dentro da nuvem.  Então desarmamos o acampamento, chegamos ao cume para tirar fotos do grupo e de uma construção  que está em ruínas, apesar de abrigar uma repetidora de telefonia celular. Seria um ótimo local para um abrigo de montanha....

   Foto 5: Grupo no cume do Pico do Itambé - da esquerda para direita: Fabio, Andrea, Renato, Marcondes, Danielle, João, Ticiana, Aldem e Teófilo

A trilha de descida, ao contrário da do dia anterior, estava muito bem marcada e era de relevo muiiiito mais suave. Portanto, a caminhada foi bem tranquila  montanha abaixo.  Em algumas horas, chegamos à estradinha de terra que nos levou de volta a  Santo Antônio do Itambé e a "civilização", com uma parada para um belo banho na cachoeira do Neném.  Acabamos, por motivos vários, não realizando o retorno para Capivari pela trilha dos Tropeiros. Ou seja, temos um bom motivo para voltar a trilhar novamente por estas terras altas de Minas....

Vejam  as fotos do Aldem aqui.

OBS: Solicite informações ao IEF Minas antes de qualquer atividade no Parque Estadual do Pico do Itambé, ou qualquer outro parque estadual mineiro. Atividades de travessia como a relatada nesta postagem necessitam de autorização prévia.

6 de fev de 2012

Duas belas montanhas em um fim de semana: P1414 e P1389

Nos dias 04 e 05 de fevereiro de 2012, começamos a temporada desse ano de excursões aos cumes do Planalto Central.  Nosso destino foram as duas belas montanhas ainda sem nome, que referenciamos provisoriamente como  P1414 e P1389.  Estão localizadas na borda do  território dos Kalungas na porção norte da Chapada dos Veadeiros.  Para quem ainda não está familiarizado,  essas montanhas não foram balizadas pela população local e nem pelos cartógrafos do IBGE.  Sendo assim, temos o costume de chamá-las pelas altitudes que elas têm em relação o nível do mar.  Neste caso, uma tem 1414 metros e a outra 1389.  Aí estão elas:

    P 1414
 
    P1389

Saímos no sábado às 6h30 da Toca da Coruja rumo à Cavalcante.  Formamos um grupo de 4 pessoas:  Andrea, Fabio, Ernesto e Orlando.  A estrada até Teresina de Goiás está em péssimo estado.  Buracos e mais buracos.  Passamos por Cavalcante e seguimos na estrada em direção ao Engenho II.  O objetivo do dia foi subir o P1414 localizado a cerca de 15 km do Engenho.  Deixamos o carro em uma fazenda próxima à montanha,  pegamos nossas mochilas de ataque e pé na trilha.

Caminhamos cerca de 3km por trilhas de gado, cruzamos uma vereda e campos encharcados até a base do morro.  A partir de então,  duas horas e meia de vara mato e trepa pedra até chegar no cume.  A ralação foi compensada pela vista que tivemos do cume.  Avistamos dois ícones da Chapada dos Veadeiros: o Dedo do Moleque, nosso velho conhecido, no Vão do Moleque e o P1091, no vão do Almas.  Lembramos das lindas e quentes paisagens do Triângulo dos Kalungas.

   Dedo do Moleque
    P1091

Descemos em cerca de 1hora e meia e voltamos em tempo de montar o acampamento num campsite perfeito, tomar um bom banho num córrego de águas cristalinas e ainda curtir um pôr do sol maravilhoso com boa conversa.  Bão demais!!  As fotos falam por si mesmas.



   Ernesto no momento relax.

No dia seguinte,  partimos para o P1389.  Fizeram o ataque ao cume somente Orlando e Ernesto, pois Andrea estava com o joelho machucado e o Fabio ficou fazendo companhia na base.  A ascensão foi tranquila com vara mato e trepa pedra.  Infelizmente,  esses morros não têm trilha de acesso ao cume porque não são quase nunca visitados.  A cultura do montanhismo ainda precisa ser cultivada no Planalto Central.  Em cerca de 1hora,  eles chegaram ao cume.  Fizemos contatos por rádio e descobrimos que o livro de cume estava repleto de formigas, queimado, totalmente danificado.   A descida durou aproximadamente 40 minutos. 

    A caminho do P1389

   Ernesto e Orlando no cume do P1389
Na volta para casa,  paramos para comer uma deliciosa pizza na Oca Lila em Alto Paraíso. Celabramos as ascensões, o ótimo tempo, o contato com os amigos, a vida ao ar livre.  Uma ótima combinação: ralação e curtição na medida certa!

    Da erquerda para direita: Orlando, Fabio, Andrea e Ernesto

Elaborado por: Andrea Zimmermann

23 de jan de 2012

Reconhecimento das Serras da Região do Acaba Vida

Depois de muito "namorar" as serras da região do Acaba Vida, nas redondezas de Padre Bernardo /GO,  decidimos colocar os carros na lama e conhecer o lugar, no final de semana de 21 e 22 de janeiro de 2012.

O primeiro reconhecimento dos cumes foi ótimo, e revelou possibilidades bastante promissoras!
Participaram: Andrea e Fabio (em um Suzuki Vitara) e Ernesto e Roberto (fazendo o batizado de trilha da TR4 do Ernesto...).


Rodamos cerca de 200 km e chegamos quase até o rio Acaba Vida. Entretanto, tivemos que parar antes porque havia uma travessia de rio  intrasnponível sem um trabalho demorado de engenharia...


O lugar tem um potencial incrível para caminhadas de crista, incluindo desde ataques rápidos de 1 dia até travessias e circuitos de dois ou mais dias. Também muitas estradinhas de fazenda para fazer de bike. Existe também a possibilidade de uma travessia de 70km (a pé, possivelmente de bike também) até o Muquém.

Abaixo a vista geral da área que percorremos.


Algumas imagens para ter idéia da região.